domingo, 27 de abril de 2014

LITERALMENTE... DEMAIS DO MESMO

Estamos a cerca de 5 meses da próxima eleição e há um bom tempo não vejo mais os governantes atuais governarem, administrarem, fazerem aquilo que é sua obrigação.
Quantas cadeiras mudaram nesse mês, até o dia 5, dia da desincompatibilização? Só de governadores foram 7. Prefeitos, então, nem se fala. Com isso, vêm os vices, os suplentes, ou seja, aqueles que não foram eleitos. Quase ninguém vota pensando no suplente ou no vice. Concordam?
Assim, ficamos aí, 5 meses tendo nossas cidades e estados dirigidos por "um qualquer" que era o número 2 e virou o número 1.
E quanto às ações de governança. Ah meu amigo, agora é só mostrar resultado. Sai a administração e entra o marketing. Precisa maquear, precisa terminar logo, é, de qualquer jeito. Tem que ficar pronto ou maqueado pra colocar na propaganda. Mas as cidades não param; o estado não pode parar; a União, muito menos. E sabe o que achamos disso tudo? Nada! Mais um maldito ano de eleição e mais um monte de risadas desses que foram eleitos, eram dirigentes e, simplesmente, saem, não são mais.
E começa a passar dinheiro de um lado pro outro. E gente começa a traficar influências. Helicópteros são emprestados (até pra transportar drogas!). Pessoas surgem com carros novos. Votos são comprados. E toda aquela velha, mas sempre presente chacota nacional.
Fizemos um início de revolução popular. Mas, as mentiras postas como panos quentes abafaram o ímpeto de mudança. Na Copa ressurgirá? Ah... agora o governo está preparado. O local onde os protestos chamariam a atenção, os estádios, serão muuuuuito bem protegidos.
Continuo cada vem com menos esperança de mudança em nosso País... infelizmente!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

PALHAÇOS DEFENDEM LADRÕES

O que você faria se comete alguns erros em seu trabalho? Não digo erros operacionais, não intencionais, que acontecem no dia-a-dia de qualquer trabalhador. Falo de erros com dolo, erros mal intencionados. Pediria licença do trabalho? Muito simples, não é? Mas pergunto: seu chefe lhe daria tal licença?
Pois é, mais uma vez, o Congresso nos presenteia com uma chacota dessas. O excelentíssimo senhor Deputado André Cunha viu o circo começar a ruir e pegar fogo, desde que as denuncias de ligação ilícita com o doleiro Alberto Youssef. Sua saída... pedir licença da Câmara dos Deputados. Ora, ele foi eleito. Não está lá por concurso ou mérito adquirido, e sim por confiança depositada. É mais um absurdo que somos obrigados a ver, em nosso País.
A coisa está tão descabida que chega-se a defender um cara desse tipo frente a uma ação ridículo e totalmente inadequada para um ambiente parlamentar. Como o que esse sínico fez após a decisão do STF de punir os "mensaleiros".

Uma afronta à verdade. Uma gozação à justiça. Uma piada sem graça nenhuma, contada por um palhaço que defende ladrões. Ou seria ladrão que defende palhaços? E que ri todos os dias, quando acorda, da impunidade que utiliza como escudo de suas falcatruas. E o faz porque sabe que o gigante acordou, mas toma tranquilizante todos os dias. E, em ano eleitoral, a dose de sonífero aumenta.
Cada vez mais decepcionado com o Governo...
Cada vez mais sentindo-me enganado pelo PT...
Cada vez mais achando que somos muito passivos...
Cada vez menos esperança de que o Brasil mude...

sábado, 5 de abril de 2014

MALDITOS ÓCULOS ESCUROS

"Quem não tem colírio, usa óculos escuro". Hoje em dia, a música de Rauzito pode ser modificada. Não apenas quem não tem colírio. Todos usam óculos escuro a todo o momento. Já repararam em fotos atuais? Não se vê mais os olhos das pessoas.
Óculos escuro não pode mais ser chamado de óculos de sol. As pessoas usam óculos escuro de noite, na chuva, a qualquer momento e situação. Para mim, é algo estranho, pois sempre achei interessante observar o olhar das pessoas e é algo que me chama muito a atenção. Além do mais, o olhar diz muito sobre a personalidade das pessoas e entrega facilmente um sentimento. Afinal, os olhos são o espelho da alma!
Chega a ser incômodo chegar em um lugar e ver que todos estão de óculos escuros. Não se sabe para onde estão olhando, se estão dormindo, com sono, cansadas, se nos olham ou se choram. Sem falar no tamanho dos picinez - como eram chamados, antigamente, tais artefatos - cada vez maiores. O estilo caminhoneiro passou a ser moda entre as mulheres. Horrível! O estilo Cazuza virou febre! E ainda aqueles gigantes, grosseiros. Virou sinônimo de "pessoas descolada".
Estamos, enfim, cada vez mais longe das pessoas, sentados em postos computadorizados, a quilômetros de distância uns dos outros. E agora, quando conseguimos nos juntar fisicamente, continuamos à distância, separados por smartphones e os malditos óculos escuros.
Vamos nos olhar mais nos olhos! Precisamos conhecer a alma dos seres humanos.