Mais um ano ou menos um ano??? O dia do aniversário sempre é um grande momentos para dar um "check" em metas, objetivos e estabelecer novos desafios. Sejam novos, de verdade, ou aqueles que queremos retomar. Com o passar dos anos, o aniversário vai deixando de ser o momento da festa, do churrasco, da farra, para dar espaço para a reflexão. Não que sejam mutuamente excludentes. Mas a proporção festa versus reflexão vai mudando. O que é bom. Sinal de experiência e amadurecimento.
Há um ano convivia com pessoas que se foram (especialmente, por conta da COVID). Há dois anos vivíamos um cenário de pandemia inimaginável até então. Há 4 anos, não tinha filha. Há 5 anos, não era casado... E assim o tempo vai trazendo novas situações. Que precisam ser vividas e, algumas vezes, enfrentadas, pois não são agradáveis. "Viver é uma arte um oficio", como disse Nando Reis. Se é um ofício, trabalhemos para melhorá-la sempre. E aceitar que haverá tempestades. Não negar, mas se preparar.
Fazer 43 anos, pra mim, já é uma vitória. Há tanto que não chegam sequer à metade disso, por inúmeros motivos. E eu já tive, em alguns momentos, a permissão de Deus para continuar nesta Terra, vivendo com os meus. Cada ano tem 525600 segundos. Multiplicado por 43 dá... muita história. E em apenas um segundo, podemos perder a vida. Sim, aquela vida que chega aos 43, 46, 78, 84... 100 anos. Mas também vivenciamos muitas coisas boas em 1 segundo. Então, pensemos no copo meio cheio, ou bem cheio. Vivamos cada segundo. Ele é único e especial.
Vou voltar aos meus "checks". Quem sabe voltar a tocar violão - ou melhor, tentar voltar. Melhorar como pai, melhorar como esposo. Aprender mais para ser um melhor educador. Cuidar mais da saúde. Aprender algo novo. Precisamos disso! Há tento para ser feito. Para que venham mais 43 anos de muita coisa acumulada. E lá, nos 86 anos, uma carga enorme de elementos para reflexão

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