Alguém conhece ou já viu o seriado "O homem de seis milhões de dólares"? É a história de um homem que, após um acidente de avião, perde uma perna, um braço e um olho. Entra, então, como cobaia de uma projeto - daqueles bem Americanos - para construir um homem biônico. Recebe braço, perna e um olho biônicos. Isso foi na década de 70. Já se passaram mais de 40 anos e é uma ficção científica. Será?
Fico cada dia mais impressionado com o que tem surgido de tecnologia com relação ao suprimento de limitações humanas e ampliação de possibilidades. Como exemplo, a inserção de uma câmera em uma prótese ocular. O Google Glass, óculos que a Empresa criou para promover interação entre o ser humano e um ambiente digital, sem a necessidade de um computador, tem apresentado possibilidades inimagináveis até pouco tempo.
A mais nova do Google Glass é o reconhecimento de códigos de barra e comparação com os valores dos produtos em outros estabelecimentos.

Isso já é feito pelos smartphones, mas há a necessidade de apontar o aparelho para o produto. Com o óculos, basta habilitar o app e pronto: sua pesquisa é feita na mesma hora.
É, literalmente, a Big Data mais perto do olhos. Será que dentro em breve - muito breve - teremos aquela visão de robôs, com diversas informações sobre distância percorrida, pessoas a sua frente, avisos e outras facilidades embutidas em nosso globo ocular? Alguém duvida?
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